Série Avenida Paulista
  • Home
  • A Série Avenida Paulista
  • Casarões
  • Edifícios
  • Espaços públicos
  • Contato
  • A saga da família Matarazzo e a mansão na Paulista – Parte 1

    Posted at 15:28 by Luciana Cotrim, on fevereiro 6, 2021

    A Série Avenida Paulista apresenta a casa do Conde Francisco Matarazzo, provavelmente a mais conhecida da avenida, que era localizada na esquina da Paulista com a Rua Pamplona, no antigo número 83 e que seguiu com sua família até meados dos anos 1980, quando foi demolida.

    Com várias imagens pouco conhecidas, contaremos a história em duas partes, a primeira até o final dos anos 30, antes da mansão ser reconstruída e, a segunda até sua demolição e a construção do shopping Cidade São Paulo. 

    Portão da Villa Matarazzo na Avenida Paulista. Vamos entrar para conhecer?

    Depois deste casarão

    Shopping Cidade de São Paulo e Torre Matarazzo

    O primeiro proprietário desta casa foi Francesco Antonio Maria Matarazzo, que nasceu em Castellabate, uma pequena cidade do sul da Itália e que, aos 27 anos, emigrou para o ainda Império do Brasil.

    Casa onde nasceu Matarazzo, em Castellabate, Província de Salerno, Itália

    Chegando ao Brasil, estabeleceu-se na cidade de Sorocaba atuando no comércio de secos e molhados onde, tempos depois, abriu uma companhia de produção e comércio de banha de porco. Dizem que ele trouxe da Itália a banha para esse fim. Será?

    O site Aventuras da História descreve as origens e a personalidade do empresário:

    Francesco Antonio Matarazzo nasceu em 9 de março de 1854, primogênito de nove irmãos. Era filho do médico e comerciante Costabile (falecido em 1873) com Mariangela. O sobrenome familiar, de origem greco-sarracena, significa rocha forte, e o jovem Francesco fazia jus a ele: era musculoso e alto. A calvície prematura o fez optar por raspar os cabelos(…)

    Pai de Francesco Matarazzo
    Vejam que lindo! Uma descendente da família, publicou esta foto em uma página de um grupo de Castellabate e escreveu: Minha tataravó Mariangela com seus filhos, incluindo Francesco e Nicola meu bisavô❤ é uma foto que adoro e que mantenho em exibição na sala junto com outras de Castellabate

    Apesar de ser um dos homens mais poderosos de sua época, Matarazzo era simpático. Não era dado a grandes ostentações, ao contrário de alguns de seus descendentes, conhecidos como esbanjadores. Em 1924, em Nápoles, o conde deu provas disso ao encomendar um terno na sua alfaiataria preferida. O alfaiate estranhou, dizendo que um filho do industrial havia passado lá mais cedo e mandado fazer não um, mas seis trajes. Matarazzo não titubeou: “Ele tem pai rico, eu não”.

    Ao chegar ao Brasil, aos 27 anos, acompanhado de sua companheira Filomena e de dois filhos, ele já tinha uma década de experiência no comércio. Além disso, trazia consigo economias equivalentes a algo entre 30 mil e 50 mil dólares, em valores atuais – não se fundamenta, portanto, a versão de que Matarazzo teria chegado pobre ao Brasil.

    Mas o jovem comerciante perdeu boa parte de seu patrimônio logo ao aportar aqui, em dezembro de 1881. No Rio de Janeiro, por um descuido no desembarque, ele viu naufragar duas toneladas de banha de porco que havia trazido da Itália para vender aqui.

    Nos primeiros tempos de Brasil, ele comprava pessoalmente os porcos, extraía e embalava a banha, despachava-a em sua própria tropa de mulas ou a vendia em seu armazém. A produção caseira em poucos anos daria lugar a grandes fábricas, e as mulas seriam substituídas por caminhões e navios”

    Em 1890, veio para São Paulo e, com os irmãos Giuseppe e Luigi, criou a empresa Matarazzo & Irmãos e começou a importar farinha de trigo dos Estados Unidos. No ano seguinte, formou-se a Companhia Matarazzo S.A. que já contava com 41 acionistas minoritários.

    Em 5 de março de 1900, Francesco Matarazzo inaugura sua primeira unidade industrial em São Paulo, o Moinho Matarazzo na rua Monsenhor Andrade, no Brás.

     Em 1900, com dificuldades de importação do produto, Francesco construiu um moinho na cidade de São Paulo. A partir desse momento, seu império empresarial se ampliou velozmente, chegando a reunir 365 fábricas por todo o território nacional, e outros negócios como portos, estaleiros, metalúrgicas, moinhos etc.

    O resultado do grupo era um dos maiores do país e, neste período, 6% da população paulistana dependiam de suas fábricas. Em 1911, o conglomerado passou a se chamar Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo (IRFM).

    Uma imagem clássica na paisagem paulistana até o início dos anos 1990, o logotipo das IRFM desenhado e pintado sobre azulejo. Slogan – Fidelidade, Honra e Trabalho.

    A IRFM foi responsável pelo lançamento de diversos produtos que se tornaram muito populares, como os óleos Maria e Salada e a marca de massas Petybon. A empresa também foi o primeiro representante de vendas dos automóveis FIAT no Brasil. Em 1928, Matarazzo participa da fundação do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP).

    Abaixo uma galeria de fotos de anúncios de seus produtos comercializados. Além de mostrar a grandeza de seu império, os anúncios graciosos mostram a cultura de uma época. Arraste ou clique nas setas laterais para ver as imagens.

    Em 1920, foi inaugurado o complexo industrial da Água Branca, na Zona Oeste de São Paulo, em uma área com 100 mil metros quadrados. O local caracterizava-se por suas imensas chaminés de tijolos, que podiam ser avistadas a centenas de metros de distância. Este foi o primeiro parque industrial paulista com noção verticalizada de produção

    Matarazzo também se fez presente em várias áreas sociais. Foi ele que comprou o Parque Antarctica para o Palestra Itália. Sobre a compra, o site da Gazeta Esportiva conta que:

    Em 1920, respaldado pelas Indústrias Matarazzo, o clube comprou o campo de futebol e grande parte do terreno do Parque Antarctica por 500 contos de réis, uma verdadeira fortuna à época. O Palestra Itália, então presidido por Menotti Falchi, se comprometeu a pagar metade do valor à vista e o restante em duas prestações anuais de 125 contos de réis.

    26.04.1920 – Cheque da primeira parcela da compra do Parque da Antarctica pelo Palestra Itália.

    Ele também financiou a construção, em 1904, do Hospital Matarazzo, na Bela Vista, nos arredores da Paulista. Trata-se de um conjunto de prédios em estilo neoclássico que foram tombados em 1986, como bem cultural de interesse histórico-arquitetônico.  O hospital e a propriedade faliram, encerrando suas atividades em 1993, permanecendo fechado durante 20 anos. Em 2011, o imóvel foi adquirido pelo grupo francês Allard e está em processo de restauração.

    Claro que Matarazzo recebeu várias homenagens e títulos, mas a maior veio rei da Itália, Vítor Emanuel III, que lhe concedeu o título nobiliárquico “O Muito Honorável Conde Matarazzo” em reconhecimento aos auxílios milionários, ofertados em dinheiro e mercadorias, que enviava ao país natal durante a Primeira Guerra Mundial.

    O site Aventuras da História ainda conta que:

    Estabelecido na capital, Matarazzo tratou de resolver uma pendência antiga: aos 41 anos, casou-se com Filomena, em setembro de 1895, numa cerimônia simples. A essa altura, o casal já tinha mais de duas décadas de convivência e nove filhos.

    Em três anos, a família se mudou para um enorme palacete, a segunda casa a ficar pronta na recém-inaugurada avenida Paulista. Não havia mais nenhuma dúvida: Matarazzo fazia parte da nata da sociedade paulistana (de sua garagem sairia, no futuro próximo, o elegante Packard, carro com a placa número 1 da frota municipal). Sua importadora não parava de crescer.

    Francesco Matarazzo casou-se com Filomena Sansivieri com quem teve 13 filhos: Giuseppe, Andrea, Ermelino, Teresa, Mariangela, Attilio, Carmela, Lydia, Olga, Ida, Claudia, Francisco Matarazzo Júnior, sucessor do fundador, e Luís Eduardo.

    Família Matarazzo posa na frente da casa da Avenida Paulista.

    Em 1896, a primeira residência Matarazzo começou a ser levantada na Avenida Paulista. Projetada pelos arquitetos italianos Giulio Saltini e Luigi Mancini, em estilo eclético, a casa permaneceu no local até o início dos anos 1940. Na foto abaixo, a casa é mostrada em 1910, imagem publicada no Acervo Iconográfico Pioneiros e Empreendedores – USP.

    Outra imagem da casa publicada na Revista Fon Fon já com parte do andar superior.

    Primeira residência dos Matarazzo na Avenida Paulista . Reprodução da revista Fon-Fon Acervo Everton Calício

    Anos depois, entre os nos anos 1910 -30, a casa foi adaptada com uma série de mudanças, a partir das aquisições de novos terrenos ao redor e com a construção do nível superior. Nesta primeira fase, a mansão servia como residência do Conde Francesco Matarazzo.

    Trazemos uma figura que descreve a cronologia da construção da mansão, que foi publicada com o título “Urna obra brasileira do circolo de Marcello Piacentini: a Villa Matarazzo” de autoria de Marcos Tognon.

    Na condição de homem mais rico do país e do italiano mais rico do mundo, com uma fortuna de 20 bilhões de dólares, Matarazzo morre em 10 de fevereiro de 1937, após uma crise de uremia, na época tinha a quinta maior fortuna do planeta. Seu enterro atraiu uma multidão calculada em 100 mil pessoas, numa época em que a população da cidade era de um milhão de habitantes.

    O funeral do empresário, morto em 1937, levou 100 mil pessoas às ruas

    Por fim, uma outra Galeria de Fotos de algumas de suas empresas e fábricas espalhadas pelo Brasil.

    Arraste ou clique nas setas laterais para ver as imagens.

    Para terminar a primeira parte da história, uma homenagem presente no Museo del Mare em Gênova, em que um painel traz à lembrança dos milhares de oriundi que fizeram de São Paulo, como dizia o Conde Francesco Matarazzo, uma cidade filha da Itália.

    Compartilhe isso:

    • Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
    • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
    Curtir Carregando...

    Relacionado

    • ← Edifício Asahi, exemplo de arquitetura moderna
    • A saga da família Matarazzo e a mansão na Paulista – Parte 2 →
    Avatar de Desconhecido

    Autor: Luciana Cotrim

    Instagram: @serieavenidapaulista Facebook: facebook.com/serieavenidapaulista Use: #serieavenidapaulista
    Postado em Casarões, Sem categoria | 24 Comentários | Marcado Allard, Avenida Paulista, IRFM, Matarazzo, oriundi |

    24 thoughts on “A saga da família Matarazzo e a mansão na Paulista – Parte 1”

    • Avatar de fadiga de Cariatides

      fadiga de Cariatides

      6 06America/Sao_Paulo fevereiro 06America/Sao_Paulo 2021 às 19:11

      Lu, ele faleceu em 10 de FEVEREIRO de 1937 e não dezembro…

      CurtirCurtir

      Responder
      • Luciana Cotrim

        6 06America/Sao_Paulo fevereiro 06America/Sao_Paulo 2021 às 21:24

        Obrigada por avisar. Vou corrigir…..

        CurtirCurtir

        Responder
    • Avatar de Betty

      Betty

      7 07America/Sao_Paulo fevereiro 07America/Sao_Paulo 2021 às 16:14

      Amo estas estórias das casas da Av. Paulista.
      Elas me remetem a um tempo que devo ter vivido, pois eu sinto na alma toda a beleza.

      CurtirCurtir

      Responder
      • Luciana Cotrim

        8 08America/Sao_Paulo fevereiro 08America/Sao_Paulo 2021 às 21:47

        Muito obrigada. Ficamos felizes com seu comentário.

        CurtirCurtir

        Responder
    • Avatar de Carmem Silvia De Macedo Corrado

      Carmem Silvia De Macedo Corrado

      11 11America/Sao_Paulo fevereiro 11America/Sao_Paulo 2021 às 07:57

      Bom dia,
      Excelente e deliciosa reportagem.
      Quem seria o Conde Matarazzo, que diariamente descia a pé a Rua Pamplona, acompanhado por seu motorista e carro, ao lado, até a Rua Rocha e depois entrava no carro e retornava para casa? Eu ainda criança, morava na Rua Pamplona e o aguardava todas as manhãs para uma conversinha. Kkkkk
      Ele era muito simpático e idoso. Início ou meio da década de 60. Obrigada. Abraço.

      CurtirCurtir

      Responder
      • Luciana Cotrim

        12 12America/Sao_Paulo fevereiro 12America/Sao_Paulo 2021 às 02:05

        Provavelmente o Conde Francisco Matarazzo Júnior, filho de Francesco Matarazzo. Contaremos a história dele no próximo texto

        CurtirCurtir

        Responder
      • fernandoantonioaltomani@gmail.com

        12 12America/Sao_Paulo fevereiro 12America/Sao_Paulo 2021 às 18:43

        SRA. CARMEM, NESSA ÉPOCA, ACREDITO QUE O MOTORISTA QUE VIA SEMPRE ACOMPANHANDO O CONDE FOI UM GRANDE AMIGO MEU E NATURAL DE AMPARO, PEDRO MICHELINI, ELE NOS CONTAVA COMO TOMAVA CONTA DAS CRIANÇAS, ETC… SUA ESPOSA FICOU MUITO DOENTE E ELE PEDIU DEMISSÃO, COMO O CONDE GOSTAVA MUITO DELE, LHE MONTOU EM AMPARO UMA MERCEARIA COMPLETA, DURANTE INICIO DA REVOLUÇÃO LÁ NUNCA FALTOU MERCADORIAS E O CONDE QUANDO IA A SERRA NEGRA OU AGUAS DE LINDÓIA LÁ PARAVA PARA REVÊ-LO, SEMPRE O PÊO COMO CARINHOSAMENTE ERA CONHECIDO ELOGIAVA TODA FAMILIA.

        CurtirCurtir

        Responder
        • Luciana Cotrim

          12 12America/Sao_Paulo fevereiro 12America/Sao_Paulo 2021 às 18:45

          Que bacana a história! Eles eram muito generosos…

          CurtirCurtir

    • Avatar de M.TTT

      M.TTT

      11 11America/Sao_Paulo fevereiro 11America/Sao_Paulo 2021 às 12:23

      Essa mansão sempre povoou meu imaginário, passava diariamente de bonde frente a ela.
      .maravilhosa

      CurtirCurtir

      Responder
    • Avatar de Alvani Santiago

      Alvani Santiago

      18 18America/Sao_Paulo fevereiro 18America/Sao_Paulo 2021 às 17:34

      Sou apaixonada por historia antiga.
      Nao sou de Sao Paulo, mas quem nao conhece os Matarazzo’s? Nem que seja de nome.
      Que pena que uma historia tao linda acabou, né?

      CurtirCurtir

      Responder
      • Luciana Cotrim

        18 18America/Sao_Paulo fevereiro 18America/Sao_Paulo 2021 às 22:19

        É verdade! Uma pena mesmo, a história é muito bacana. Obrigada por ler os textos da Série Avenida Paulista.

        CurtirCurtir

        Responder
      • SONIA MARIA VIEIRA

        2 02America/Sao_Paulo setembro 02America/Sao_Paulo 2025 às 14:00

        Uma história belíssima mesmo, digna do honroso título de Conde. Pena que o bisneto está botando o terror na cidade de Antonina litoral do Paraná. Fechou a escola Ermelino Matarazzo, casarões ao redor do Porto totalmente em ruínas, sem contar a linha férrea, que ele garante (mediante docs) ser seu. Não está cuidando da fortuna como deveria. Filho da Maísa

        CurtirCurtir

        Responder
    • Pingback: O Shopping Cidade de São Paulo e a Torre Matarazzo | Série Avenida Paulista

    • Avatar de Geraldo

      Geraldo

      4 04America/Sao_Paulo junho 04America/Sao_Paulo 2021 às 22:38

      Boa noite
      Sou arquiteto e publicitário e estou escrevendo sobre a Publicidade Brasileira no período Dee 1808 até 1918.
      Um dos capítulos fala da influências dos italianos, sua imprensa e seus anúncio, onde Matarazzo é super importante.Vcs tem alguns anúncios dos produtos/empreas Matarazzo do período?
      Ou sabem onde posso obter-los?
      Desde já grato
      Geraldo Alonso

      CurtirCurtir

      Responder
      • Luciana Cotrim

        5 05America/Sao_Paulo junho 05America/Sao_Paulo 2021 às 01:40

        Olá, Geraldo, como vai? Respondi sua mensagem por email. Abraços

        CurtirCurtir

        Responder
    • Avatar de Jus Brandao de castro

      Jus Brandao de castro

      16 16America/Sao_Paulo junho 16America/Sao_Paulo 2021 às 17:53

      So seu que o Eduardo Suplicy e um Matarazzo…..

      CurtirCurtir

      Responder
    • Avatar de marco machado

      marco machado

      12 12America/Sao_Paulo setembro 12America/Sao_Paulo 2021 às 19:45

      Excelente trabalho de história…Desenvolvo um trabalho a mais de vinte anos com Tijolos Antigos…tenho vários exemplares de tijolos com a sigla IRFM…e a pergunta que está sem resposta até hoje é…o Matarazzo tinha uma olaria…oficialmente, não…mas gostaria de ter certeza…de todas as listas oficiais de tudo que ele produzia e de todas as suas empresas não consta uma olaria de tijolos…bom, caso alguém saiba, por favor compartilhe…grato.

      CurtirCurtir

      Responder
      • Luciana Cotrim

        12 12America/Sao_Paulo setembro 12America/Sao_Paulo 2021 às 21:57

        Olá, Marco, muito obrigada. Nossa que bacana. Sim eles tinham uma olaria. Existe uma página no facebook sobre as Industrias Matarazzo, que escreveu “até o final da década de 1940 a Matarazzo produzia tijolos em suas olarias na cidade de São Paulo e Guarulhos. Com a inscrição IRFM (Indústrias reunidas Fábricas Matarazzo) estes tijolos serviam basicamente para edificações da própria IRFM e também para a Família Matarazzo como o tijolo da foto, localizado durante escavações das fundações do atual Shopping Cidade São Paulo”. O autor da página, Everton Calício, conhece tudo dos Matarazzo: Segue link: https://www.facebook.com/industriasmatarazzo/about/?ref=page_internal

        CurtirCurtir

        Responder
    • Pingback: A saga da família Matarazzo e a mansão na Paulista – Parte 2 | Série Avenida Paulista

    • Avatar de Katia de Almeida

      Katia de Almeida

      3 03America/Sao_Paulo agosto 03America/Sao_Paulo 2023 às 22:25

      Minha tia Francisca de Almeida (Chiquita) trabalhou para os Matarazzo

      CurtirCurtido por 1 pessoa

      Responder
    • Pingback: Família Matarazzo: Sucesso da Imigração Italiana no Brasil

    • Avatar de ANGELA BORGES OLIVEIRA

      ANGELA BORGES OLIVEIRA

      1 01America/Sao_Paulo dezembro 01America/Sao_Paulo 2024 às 19:20

      É uma pena terem demolido essa casa e outras mais, na Av. Paulista. Deveria ter sido transformada num museu, algo assim …..

      CurtirCurtido por 1 pessoa

      Responder
    • Avatar de Andre Silveira.

      Andre Silveira.

      21 21America/Sao_Paulo julho 21America/Sao_Paulo 2025 às 15:20

      Pessoal, uma dúvida:

      Segundo nota, alguns dos descendentes do patriarca, vivem em sobrados geminados na Zona Leste de SP, isso procede?

      CurtirCurtir

      Responder
      • Luciana Cotrim

        21 21America/Sao_Paulo julho 21America/Sao_Paulo 2025 às 18:13

        Olá André,

        Não saberei te responder, poisa Série Avenida Paulista é focada apenas nos casarões que lá existiam e as famílias que moraram neles.

        CurtirCurtir

        Responder

    Deixar mensagem para Katia de Almeida Cancelar resposta

    • Sobre

      A Série Avenida Paulista conta as histórias dos casarões e das famílias que moravam na avenida e, também, dos edifícios que foram  construídos em seus lugares.

      Escrita por Luciana Cotrim, a série conta a história de mais de 80 casarões do século XX e dos edifícios atuais.

    • Redes Sociais

      • Facebook
      • YouTube
      • Instagram
    • Categorias

      • Casarões (83)
      • Edifícios (59)
      • Locais públicos (12)
      • Sem categoria (51)
    • Pesquisar no site

    • Posts recentes

      • Azem Azem na Avenida Paulista
      • O clássico Edifício Savoy na Paulista
      • Anos de Natal na Paulista
      • O atelier de Dener na Avenida Paulista
      • O edifício Louis Pasteur na Avenida Paulista
    • Tags

      Abelardo Riedy de Souza Alameda Ministro Rocha Azevedo Antonieta Chaves Cintra Gordinho Antonio Pereira Ignácio Arquitetura Modernista Assad Abdalla Augusto Fried Avenida Paulista Banco Real Baronesa de Arary Boutique Madame Rosita Burle Marx Casa Bento Loeb Casa Loeb Castellabate Club Homs Colégio Pais Leme Colégio São Luís Conjunto Nacional Correa Galvão Dante Alighieri Demétrio Taufik Camasmie Edifício Anchieta Edifício Barão de Itatiaya Edifício do Banco Central Edifício Grande Avenida Edifício Grande Ufficiale Evaristo Comolatti Edifício Safra Eloy Chaves FAACG Família Cardoso de Almeida Família Rocha Azevedo Flora Figueiredo Gymnasio Anglo-Brazileiro Gymnasio Anglo-Latino Herculano de Almeida Prado Corrêa Galvão Homs Horácio Berlinck Cardoso Horácio Sabino Igreja São Luís do Gonzaga IRFM Jardim América Jayme Loureiro João Baptista Scuracchio João Dente Luigi Perroni Malta & Guedes Manifestações MASP Matarazzo Ministro Rocha Azevedo Moyses Miguel Haddad Nagib Salem Palacetecamasmie Palacete Casmamie Parque Mário Covas Paulo Mendes da Rocha Ramos de Azevedo René Thiollier Restaurante America Revolta Paulista Rino Levi Arquitetos Rocha Azevedo Rodolfo Crespi Rua Augusta Santander serieavenidapaulista Sidonio Porto Série Avenida Paulista Taufik Camasmie Trianon Victor Dubugras Villa Fortunata Villa Matarazzo
  • Arquivos

    • julho 2025 (1)
    • janeiro 2025 (1)
    • dezembro 2024 (1)
    • agosto 2024 (1)
    • julho 2024 (1)
    • abril 2024 (1)
    • março 2024 (3)
    • fevereiro 2024 (3)
    • janeiro 2024 (8)
    • dezembro 2023 (1)
    • novembro 2023 (2)
    • outubro 2023 (1)
    • julho 2023 (4)
    • abril 2023 (1)
    • janeiro 2023 (1)
    • setembro 2022 (1)
    • julho 2022 (2)
    • junho 2022 (1)
    • maio 2022 (3)
    • abril 2022 (4)
    • março 2022 (1)
    • fevereiro 2022 (2)
    • janeiro 2022 (2)
    • dezembro 2021 (2)
    • novembro 2021 (1)
    • outubro 2021 (2)
    • setembro 2021 (4)
    • agosto 2021 (2)
    • julho 2021 (2)
    • junho 2021 (1)
    • maio 2021 (3)
    • abril 2021 (3)
    • março 2021 (4)
    • fevereiro 2021 (4)
    • janeiro 2021 (7)
    • dezembro 2020 (2)
    • outubro 2020 (2)
    • setembro 2020 (2)
    • agosto 2020 (1)
    • julho 2020 (3)
    • junho 2020 (1)
    • maio 2020 (1)
    • março 2020 (2)
    • fevereiro 2020 (5)
    • janeiro 2020 (3)
    • dezembro 2019 (1)
    • novembro 2019 (4)
    • outubro 2019 (4)
    • setembro 2019 (5)
    • agosto 2019 (6)
    • julho 2019 (7)
    • junho 2019 (6)
    • maio 2019 (9)
    • abril 2019 (2)
    • março 2019 (4)
  • Follow Série Avenida Paulista on WordPress.com
    • Facebook
    • YouTube
    • Instagram

Crie um site ou blog no WordPress.com

  • Comentário
  • Reblogar
  • Assinar Assinado
    • Série Avenida Paulista
    • Junte-se a 86 outros assinantes
    • Já tem uma conta do WordPress.com? Faça login agora.
    • Série Avenida Paulista
    • Assinar Assinado
    • Registre-se
    • Fazer login
    • Copiar link curto
    • Denunciar este conteúdo
    • Ver post no Leitor
    • Gerenciar assinaturas
    • Esconder esta barra
 

Carregando comentários...
 

  • Privacidade e cookies: Esse site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com seu uso.
    Para saber mais, inclusive sobre como controlar os cookies, consulte aqui: Política de cookies
  • %d