No final do século 19 e início do 20, muitos colégios estrangeiros surgiram em São Paulo. O professor inglês Charles Wicksteed Armstrong fundou, em 1899, o Gymnasio Anglo-Brazileiro – The Anglo Brazilian School, que iniciou com 14 alunos, localizado na Alameda dos Andradas.
No mesmo endereço do belo casarão de linhas retas da família Correa Galvão, no número 1804 da Avenida Paulista, atualmente está a sede paulista do Banco Central do Brasil.
Pode-se dizer que agora é o oposto do que havia sido: uma casa que guardava uma vida em família, com um jardim cheio de árvores e espaços de brincar.
Atualmente, o BACEN tem um papel crucial na política econômica brasileira e toda a sua organização tem o objetivo de fornecer melhor aplicabilidade das normas e funções econômicas do país.
Antes deste edifício
A bela casa da família Correa Galvão – Parte 1 e Parte 2
Na postagem anterior contamos a história da família Corrêa Galvão e de sua mansão na Avenida Paulista Neste post, a continuação da história da casa será apresentada por alguém que nela residiu quando era pequena: a neta do proprietário, Anne de Bonneval.
As lindas e inéditas fotos dos ambientes do casarão são acompanhadas das singelas lembranças de Anne, a quem agradecemos imensamente pela generosidade de compartilhar suas memórias.
Vamos adentrar neste belo casarão, junto com a Anne. Aproveitem!
As duas próximas postagens na Série Avenida Paulista contemplam uma novidade: foram escritas a quatro mãos. As minhas, às quais vocês já estão habituados, e as de Anne de Bonneval, neta do proprietário do casarão que hoje apresentamos. Poderemos saber com mais profundidade a história da casa e da família que morou em uma das esquinas na Avenida Paulista.
Agradeço imensamente a Anne que generosamente dividiu com todos nós parte de sua história.
No lugar da casa de Assad Adballa, que ficava ao lado do MASP, ergueu-se o Paulista Corporate, edifício entregue em 2012, no endereço Avenida Paulista, 1636.
Hoje apresentaremos a
mansão de Nagib Assad Abdalla, que se localizava na Avenida Paulista, 65 na
numeração antiga, ao lado do MASP – Museu de Arte de São Paulo, entrecortado
pela Rua Plínio Figueiredo.
A propriedade inicial dessa residência era do Sr. Feliciano Lebre, que contamos a história em outro texto publicado na Série Avenida Paulista, e pode ser conferido aqui.
Exatamente onde, no início do século passado, foi construída a residência do Sr. Moritz Rothschild, hoje encontramos o elevador de acesso à plataforma da estação Consolação do Metrô para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Fica na altura do número 2.500, no lado ímpar da Avenida Paulista.
A primeira mansão da avenida era localizada na Paulista número 7. A antiga numeração era inversa, iniciava na esquina da Avenida Consolação, mas a Paulista começava, como hoje ainda, na esquina da Rua Minas Gerais.
Em uma reportagem publicada na Revista Fon Fon, de março de 1918, na coluna Vivendas Paulistanas, a grandiosa casa de Antonio Pereira Ignácio foi apresentada à sociedade.
Em 1941, no atual número 2584 da Avenida Paulista surgiu o Edifício Anchieta, com projeto arquitetônico do escritório carioca MMM Roberto, dos irmãos Marcelo Roberto e Milton Roberto. Anteriormente, lá ficava a casa de Antonio Pereira Ignacio.
A história que contaremos esta semana é da casa de número 63 da Avenida Paulista que pertencia a Dona Maria Augusta Borges de Figueiredo e localizava-se onde atualmente encontra-se o número 1682 – o prédio da Justiça Federal (que pode ser lido neste link)
A Dona Maria Augusta foi casada com o Sr. José Borges de Figueiredo, proprietário de outra casa na Avenida Paulista. Como o Sr. Borges de Figueiredo faleceu no início do século passado, a casa dele foi passada para o nome de seu filho, José Borges de Figueiredo Jr, e esta que contaremos a história, para o nome de sua esposa.
ASérie Avenida Paulista conta as histórias dos casarões e das famílias que moravam na avenida e, também, dos edifícios que foram construídos em seus lugares.
Escrita por Luciana Cotrim, a série conta a história de mais de 80 casarões do século XX e dos edifícios atuais.